sábado, 21 de abril de 2012

QUEM PODE SER UM PIONEIRO E INICIAR NOVAS IGREJAS?


 Um pastor pode ser um pioneiro? Um leigo pode ser um pioneiro? Um líder pode ser um pioneiro? Um advogado pode ser um pioneiro? Um professor pode ser um pioneiro? Um missionário pode ser um pioneiro?


Todos podem ser pioneiros se receberem o chamado para serem evangelistas e cumprirem as qualificações bíblicas. Quais são as qualificações que devem ter um pioneiro, independentemente de ser um pastor ou um leigo?

1. Ser convertido (Atos 9).
2. Receber o chamado (Gálatas 1.15,16).
3. Ser cheio do Espírito Santo (Gálatas 5.16, Efésios 5.18, Atos 13.9).
4. Saber como usar a Palavra de Deus (2 Timóteo 2.15).
5. Querer agradar e obedecer a Deus (1 Tessalonicenses 2.4).
6. Amar os novos convertidos e cuidar deles (1 Tessalonicenses 2.7-12;
Tito 1.9).
7. Saber como orar (1 Tessalonicenses 1.2) (Colosenses 4.2-6).
8. Estar vivendo uma vida pura (1 Timóteo 5.22, Tito 1.7-8)
9. Estar firme na fé (Tito 1.9).
10. Atentar para as recomendações de 1 Timóteo 3.
Deixe-nos fazer uma pergunta: como podemos ganhar a nação para Cristo e iniciar uma igreja Assembléia de Deus em cada município, cidade e vila se não usarmos leigos maduros que tenham o dom e exerçam a função de um evangelista? Não há pastores suficientes para alcançar toda a nação.



I - O PAPEL DO PASTOR DA IGREJA MÃE
Qual é o papel principal do pastor da igreja mãe? Ele deve fazer tudo? NÃO! Ele é um líder espiritual que serve ao seu povo.

Efésios 4.11-12 explica de forma bem clara o papel principal do pastor. A Bíblia diz que Deus deu à igreja pastores-mestres para o “aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”.

Em outras palavras, o papel principal do pastor é treinar e equipar os leigos para realizar os ministérios que Deus lhes deu. Jesus gastou três anos treinando doze discípulos. Jesus é nosso modelo perfeito de como ganhar o mundo. Ele usou um princípio simples: multiplicação. O pastor Rick Warren, fundador da igreja Saddleback, nos Estados Unidos, e autor do livro Uma Igreja com Propósitos, diz que existem cinco grupos numa igreja local:

1. A comunidade – pessoas que moram perto da igreja e ocasionalmente a freqüentam.
2. A multidão – pessoas que freqüentam a igreja regularmente, mas não têm compromisso com ela.
3. A congregação – os membros da igreja.
4. Os comprometidos – aqueles que oram e contribuem com dízimos e ofertas.
5. O núcleo – pessoas-chaves, que são bem treinadas para evangelizar, discipular e fazer missões.

Jesus formou um núcleo e o treinou. O pastor ou líder precisa formar
uma equipe de discipuladores, para treiná-los semanalmente. Assuma com Deus o compromisso de formar sua equipe de evangelismo e discipulado
agora mesmo. Peça a Deus para levantar as pessoas certas para participarem da sua equipe. Você deverá ter reuniões regulares para discipulá-las.

No Evangelismo Pioneiro, o pastor da igreja mãe ou o evangelista pioneiro tem duas responsabilidades principais:

  1. A primeira responsabilidade é treinar os pioneiros.
 Um a um ou em pequenos grupos. Este treinamento não é algo que se possa fazer em massa ou com grandes grupos. O Dr. Waylon Moore, no livro Multiplicando Discípulos, publicado pela JUERP, na página 31, diz o seguinte:
A. Discipular é uma das maneiras mais estratégicas para se ter um ministério pessoal ilimitado.
B. Discipular é o mais flexível dos ministérios.
C. Discipular é a maneira mais rápida e mais segura de mobilizar todo o corpo de Cristo para evangelizar.
D. Discipular tem um potencial de mais longo alcance para produzir frutos do que qualquer outro ministério.
E. Discipular propicia à igreja líderes leigos maduros centralizados em Cristo e orientados para a Palavra.

2. A segunda responsabilidade é manter contato semanalmente com os
pioneiros.
Gastar de 30 minutos até 1 hora cada semana numa reunião especial com os pioneiros. O que o pastor deverá fazer?
A. Começar com oração. Estamos no meio de uma guerra espiritual. Nossa defesa contra os demônios é a oração.
B. Pedir aos pioneiros que contem suas vitórias da semana.
C. Pedir aos pioneiros que falem sobre os problemas que enfrentaram durante a semana. Anotar cada um deles.
D. Aconselhar os pioneiros sobre cada item e problema.
E. Ensinar-lhes coisas práticas sobre o ministério, tais como: escrever um sermão, aconselhar, etc. Pioneiros são discípulos. É responsabilidade do pastor treiná-los bem.
F. Dar aos pioneiros orientações gerais e concluir a reunião com oração.  Se os pioneiros trabalham a uma distância muito longa, o pastor deve ter uma reunião mais prolongada uma vez por mês ou a cada dois meses. Porém, será muito importante que o pastor visite seus pioneiros periodicamente e tenha estas reuniões de discipulado.



II - OS ALVOS DO PIONEIRO
O papel do pastor é treinar os leigos para realizar seus ministérios. Em
cada igreja, Deus já deu a alguns leigos dons especiais para realizar o trabalho de evangelismo e implantar novas igrejas. O pastor e a igreja mãe devem escolher pessoas maduras com estes dons. O papel do pastor é treiná-las em um tempo separado. Estes pioneiros serão reconhecidos pela igreja mãe. A igreja mãe assumirá um compromisso de orar por eles, apoiá-los e enviá-los para iniciar o novo trabalho. Quais são os alvos ou objetivos dos pioneiros?
1. Ganhar almas perdidas.
2. Providenciar alguém que seja autorizado pela igreja mãe para batizar.
3. Integrar e discipular os novos decididos.
4. Treinar líderes locais onde eles estão iniciando o novo trabalho.
5. Organizar uma nova igreja que seja auto-sustentada, autogovernada e autopropagadora, sob a liderança de Deus.
6. Incentivar a multiplicação do novo trabalho.



CONCLUSÃO

Paulo pregou em Tessalônica somente por poucas semanas, contudo deixou uma igreja estabelecida naquela cidade e deixou tudo nas mãos dos leigos de Tessalônica.
Ele ficou em Éfeso por dois anos, ensinando na escola de Tirano (Atos
19.9). Quais foram os resultados? Todo o mundo da região da Ásia ouviu a Palavra de Deus (Atos 19.10,20). Paulo não fez tudo sozinho! Ele sempre estava discipulando os leigos para realizarem o trabalho do Senhor. Na Segunda Epístola a Timóteo 2.2, ele diz: “E o que de mim ouviste diante de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem outros.” Este versículo explica claramente o segredo do sucesso dele. Ele cumpriu a ordem de Jesus: “Fazei discípulos”.
Enfatizar o início de igrejas nos lares é essencial em nossa sociedade moderna, com o preço da propriedade, principalmente nas cidades. Os crentes em todo lugar sentem a necessidade de se reunirem para cultuar e ter comunhão entre si. Isto não requer um prédio ou um templo, especialmente no início. Usando os lares, a igreja pode crescer sem ter de alugar um imóvel ou ter a preocupação em construir ou comprar um prédio. O trabalho de Grupos Familiares realizado pela Assembléia de Deus em Viçosa-AL, igreja liderada pelo Pastor Donizete Inácio de Melo, é um grande exemplo deste trabalho. Todas as terças-feiras são realizados cerca de 22 cultos nas residências dos irmão onde estes convidam seus vizinhos para estarem participando das reuniões que tem a duração de uma hora, em alguns povoados de Viçosa hoje existem igrejas que começaram com este trabalho. Então, o início de igrejas nos lares é essencial para a pregação do evangelho e o crescimento da igreja.   

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O ARREBATAMENTO DA IGREJA


Texto: 1 Ts 4. 16,17


Introdução: O termo “arrebatamento” deriva da palavra raptus em latim, que significa “arrebatado rapidamente e com força”. Esse evento descrito aqui refere-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com Ele nos ares. O arrebatamento abrange somente os salvos em Cristo.



I.              A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS (1 Ts 4. 16)
“Porque o mesmo Senhor descerá dos céus com alarido, e com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”

Instantes antes do arrebatamento, ao descer Cristo do céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos mortos, daqueles que morreram em Cristo.



II.            OS CRENTES VIVOS SERÃO TRANSFORMADOS
Os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de imortalidade. O apóstolo Paulo diz em 1 Co 15. 51, 52 “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”
Apesar de Jesus não ter vindo durante a vida de Paulo, ele tinha esperança de que Jesus iria voltar ainda naquela época, e pregava que Jesus iria voltar a qualquer momento. Os crentes de hoje devem ter essa mesma esperança, estamos na última hora, devemos viver na esperança de que Jesus vai voltar durante a nossa vida, irá voltar hoje!   



III.           NOS ENCONTRAREMOS COM CRISTO NOS ARES (1 Ts 4. 17)
Nos encontraremos com o Senhor na nuvens, nos ares e assim estaremos para sempre com Ele. Estaremos literalmente unidos com Cristo, levados a casa do Pai nos céu, em João 14. 2, 3 nos diz: “Na casa de meu Pai a muitas moradas, se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou prepara-vos lugar. E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejai vós também.” Quando chegarmos lá nos reuniremos aos queridos que tinham morrido, em 1 Ts 4. 13, 14 o apóstolo Paulo nos diz: “Não quero, irmãos, que sejais ignorante acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais... porque se cremos que Jesus morreu e ressuscitou assim também os que em Jesus morreram Deus os tornará a trazer com Ele.”



Conclusão: Quando o arrebatamento da igreja acontecer estaremos livres de todas as aflições, de todas as perseguições, de toda a opressão, de todo o domínio do pecado e da morte, o arrebatamento nos livrará da “ira futura”, ou seja, da grande tribulação. A bíblia insiste que anelemos e que esperemos contínua e confiadamente a volta de nosso Senhor. Em Romanos 13. 11 nos diz que a nossa salvação está agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Em Apocalipse 22. 12, 20 nos diz: “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho pra retribuir a cada uma segundo as suas obras. Aquele que dá testemunho destas coisa diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem Senhor Jesus!

sexta-feira, 23 de março de 2012

ABERTURA DO JUBILEU DE DIAMANTE DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM VIÇOSA-ALAGOAS

VEJA AS FOTOS

ABERTURA DO JUBILEU DE DIAMANTE DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM VIÇOSA-AL

NESTA QUINTA - FEIRA DIA 22, A ASSEMBLÉIA DE DEUS EM VIÇOSA-AL, REALIZOU A ABERTURA DO JUBILEU DE DIAMANTE, 75 ANOS DE HISTÓRIA DA IGREJA QUE É LIDERADA PELO PASTOR DONIZETE INÁCIO DE MELO. ESTIVERAM LOUVANDO A DEUS A UNIÃO DE MULHERES DA ASSEMBLÉIA DE DEUS DE VIÇOSA, UNIÃO DE JOVENS E ADOLESCENTES DA ASSEMBLEIA DE DEUS DE VIÇOSA E O CANTOR SAMUEL MARIANO E BANDA DE PERNAMBUCO. Pr. JOSÉ ORISVALDO DE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS-AL E VICE PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ALAGOAS, ESTEVE MINISTRANDO A PALAVRA DE DEUS.

NESTA SEXTA - FEIRA DIA 23, A FESTIVIDADE CONTINUA, DESTA VEZ EM FRENTE AO TEMPLO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS, ESTÁ SENDO PREPARADO UMA GRANDE CRUZADA COM A PRESENÇA DO PASTOR EVANUEL OLEGÁRIO DE SÃO PAULO E O CANTOR SAMUEL MARIANO E BANDA.


quinta-feira, 15 de março de 2012

O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE – LIÇÃO 12

 Texto áureo“[…] o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará”(2Co 9:6).

 Leitura Bíblica em Classe: Rm 10:8-14

 INTRODUÇÃO 
A Palavra de Deus garante a cada ser humano a possibilidade de auferir bens materiais e de deles usufruir para a satisfação de suas necessidades. Todavia, estabelece que o objetivo do homem e da mulher não deve ser o acúmulo de riquezas para si ou para sua exaltação por causa dos bens que tenha a seu dispor, mas que tudo isto seja um instrumento para que a glória de Deus se manifeste na administração destes bens que lhe forem confiados por Deus, o único e verdadeiro dono de todas as coisas. Não façamos dos bens materiais o objetivo e a intenção de nossas vidas. Quem passa a viver em função dos bens materiais, quem passa a pôr o seu coração nos tesouros desta vida, passa a ser um avarento, um ganancioso e, como tal, será um idólatra(Cl 3:5) e, assim, está fora do reino dos céus(Ap 22:15). 


 I. A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMA 
Quando falamos em prosperidade, falamos de uma mensagem que se tem repetido, às escâncaras, nos púlpitos das igrejas evangélicas de nossos dias. O “evangelho da prosperidade” é proclamado de norte a sul, de leste a oeste, passando pelo centro, como sendo a maior prova do amor de Deus para os nossos corações. Não resta dúvida de que a Bíblia Sagrada contém promessas de prosperidade material para o homem, mas esta prosperidade, como já temos visto neste trimestre, é secundária diante da prosperidade espiritual, que é a efetivamente prometida pelo Senhor. 


 II. A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL
 Apenas os seres espirituais não precisam comer, vestir-se e ter onde se abrigar, como é o caso dos anjos. Mas nós, seres humanos, precisamos subsistir em um mundo que possui regras próprias. Precisamos de abrigo onde reclinar nossas cabeças, comida para manter ativo nossos corpos e vestimentas, para que estejamos protegidos das intempéries naturais, como frio e calor. Deus não despreza essa situação, e nos proporciona o sustento pessoal por meio do trabalho digno.



 III. A PROSPERIDADE NA AJUDA DO PRÓXIMO 
Deus quer que nós, além de sermos justos em tudo, amemos a beneficência. O Salmo 41:1,2 diz o seguinte: ” Bem - aventurado é aquele que atende ao pobre; o Senhor o livrará no dia do mal. O Senhor o livrará e o conservará em vida; será abençoado na terra, e tu não o entregarás à vontade de seus inimigos”. Provérbios 19:17 diz: “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu benefício”. Em outras palavras, quem ajuda o pobre está na verdade, emprestando a Deus; por isso, há bênçãos financeiras reservadas por Deus àqueles que se compadecem dos menos afortunados. O texto de Efésios 6:8 enfatiza: “cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre”. Em Tiago 4:17 lemos: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comente pecado”. Como você age quando vê um necessitado? Você compartilha o quê com ele? Jamais diga: “eu sou pobre; vou pedir esmola para dois?”. Jamais fale assim, porque senão você continuará sofrendo desse jeito. Certo pregador disse o seguinte: “Aquilo que você faz aos outros, Deus fará a você”. Então, quando você abençoar alguém, prepare-se, porque Deus irá abençoá-lo. Se você pensa que pobre deveria apenas receber, observe o que Paulo disse da igreja da Macedônia: “Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia; como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente”(2Co 8:1-3). Observe neste texto que os cristãos pobres da Macedônia ajudaram os mais pobres da Judéia. Portanto, o fato de alguém ser pobre não o torna isento da responsabilidade de contribuir financeiramente com outros em pior situação. 



 CONCLUSÃO
 Nesta lição, aprendemos que não podemos perder o foco da verdadeira prosperidade. A questão não é somente prosperar, mas para quê prosperar. O nosso trabalho, dinheiro e bens não devem ser usados apenas para o nosso deleite pessoal, mas, prioritariamente, atender aos propósitos do Senhor. Enfim, a busca pelos bens materiais deve ser com vistas à satisfação de Deus e não a uma incessante corrida pelo prazer, pelo luxo e pela auto-suficiência. A ética cristã prega que não há que se buscar o lucro máximo, mas, bem ao contrário, deve-se buscar o suficiente para se ter uma vida digna, uma vida sossegada, mas sem a “febre do ouro” que tem dominado o mundo de hoje. Diz o sábio Salomão que devemos, sempre, buscar a “porção acostumada de cada dia”(Pv 30:8,9) e ninguém melhor do que Salomão para nos afirmar que a posse de riquezas em demasia não representa bem algum para a alma humana. Que Deus nos ajude. 


Referências Bibliográficas: William Macdonald - Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento). 
Bíblia de Estudo Pentecostal. 
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal. 
Revista Ensinador Cristão - nº 49. 
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS. 
Comentário Bíblico Beacon - CPAD. 
 Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA. 
 Caramuru AFONSO Francisco - A mordomia cristã das finanças. 
Rev.Hernandes Dias Lopes - Dinheiro, a prosperidade que vem de Deus.

quarta-feira, 14 de março de 2012

37 BATIZADOS NAS ÁGUAS NA AD VIÇOSA-AL

A ASSEMBLÉIA DE DEUS DE VIÇOSA-AL, BATIZOU 37 NOVOS CRENTES NO ÚLTIMO DIA 11 DESTE MÊS, DANDO INÍCIO AOS 75 ANOS DA IGREJA EM VIÇOSA-AL, IGREJA LIDERADA PELO PASTOR DONIZETE INÁCIO DE MELO.

quinta-feira, 8 de março de 2012

COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE - LIÇÃO 11


TEXTO ÁREO: “A riqueza e a glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e dar força a tudo” (1 Cr 29. 12).
Palavra Chave: Trabalho, conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir um determinado fim.  
Introdução: Não podemos formar uma ideia correta da magnificência do templo e dos edifícios que o rodeavam, nos quais se usaram tais quantidades de ouro e prata. Mas as inescrutáveis riquezas de Cristo excedem o esplendor do templo, infinitamente mais do que aquele superava a barraca mais pobre da terra. Em lugar de jactar-se de óbolos tão grandes, Davi agradeceu solenemente a Deus. Tudo o que eles deram para o templo do Senhor, era dEle; se eles tentassem retê-lo, a morte os teria eliminado prontamente. O único uso que podiam fazer disso, para seu benefício real, era consagrá-lo ao serviço dAquele que o dera.



I.              CONFIANÇA NA SUFICIÊNCIA DE DEUS
Deus tem muitas promessas para seu povo. As mais significativas não se resumem aos bens materiais. O perdão do pecado sempre será encontrado em companhia do verdadeiro conhecimento de Deus. Note-se a liberdade deste perdão: sua plenitude, sua certeza. Esta misericórdia que perdoa está conectada com todas as outras misericórdias espirituais: o pecado sem perdoar estorva a misericórdia e acarreta juízos; porém, o perdão do pecado impede o juízo, e abre uma ampla porta a todas as bênçãos espirituais. Perguntemo-nos se somos ensinados pelo Espírito Santo a conhecer a Cristo, de modo que o amemos, temamos, confiemos e obedeçamos retamente. Todas as vaidades do mundo, os privilégios externos ou as puras noções religiosas esvaecerão logo, e deixarão aos que confiaram nelas na eterna miséria.


O fundamento do ensino da suficiência divina é que o Pai Celeste nos supre todas as necessidades. Em filipenses 4. 19, Paulo enfatiza o cuidado amoroso de Deus Pai pelos seus filhos. Ele suprirá todas as nossas necessidades (materiais e espirituais) à medida que as apresentarmos diante dEle. O suprimento das nossas necessidades vem por “Cristo Jesus”. Somente em união com Cristo e na comunhão com Ele é que podemos experimentar o provimento da parte de Deus.



II.            DEDICANDO-SE AO TRABALHO
O trabalho foi constituído por Deus antes mesmo da queda de Adão e Eva (Gn 2.15) Aliás, o trabalho aparece na Bíblia como algo útil necessário e nobre. O cristianismo não nos tira do trabalho e dever de nossas vocações particulares, mas nos ensina a sermos diligentes. O trabalho é necessário não apenas para suprir nossas necessidades mas também as do nosso próximo. Em Atos 20. 34 nos diz: “Vós mesmos sabeis que, para o que me era necessário, a mim e aos que estão comigo, estas mãos me serviram”. Paulo era um fabricante de tentas e ganhava seu sustento com este ofício. Ele não trabalhava para enriquecer, mas para não depender de ninguém. Paulo sustentava tanto a si como aqueles que viajavam com ele. Em estado próspero não sejamos orgulhosos nem nos sintamos seguros ou mundanos. Esta é uma lição muito mais difícil que a outra, porque as tentações da plenitude e da prosperidade são mais que as da aflição e a necessidade. O apóstolo não tinha a intenção de movê-los a dar mais, senão exortá-los a uma bondade que teria uma recompensa gloriosa além. Por meio de Cristo temos a graça para fazer o que é bom, e por meio dEle devemos esperar a recompensa; como temos todas as coisas por Ele, façamos todas as coisas por Ele e para Sua glória.



III.           USANDO O DINHEIRO CONCIENTEMENTE
Embora o desejo de consumir seja considerado algo normal, há uma diferença gritante entre consumo e consumismo. Se o primeiro tem a ver com o suprimento de nossas necessidades básicas, o segundo manifesta um impulso incontrolável de se ter, ou possuir, as coisas mesmo quando essas não são necessárias. Administrar
Bem o dinheiro, atribuindo-lhe o seu real valor, faz parte da verdadeira prosperidade. Paulo aconselhou Timóteo a lidar com qualquer problemas potenciais ensinando que a posse da riqueza acarreta uma grande responsabilidade. Aqueles que têm dinheiro devem ser generosos, porém nunca arrogantes por terem muito para dar.  

O Reino de Deus precisa de nosso apoio para expandir-se até os confins da terra. Portanto, ainda que não sejamos detentores de grandes posses, seremos considerados prósperos e bem-aventurados se participarmos com nossos haveres do avanço da obra de Deus. Em Lucas 21. 1-4 nós encontramos um contraste como o modo como a maioria de nós administra o dinheiro, aquela viúva deu tudo o que tinha, o próprio sustento. Quando nos considerarmos generosos ao dar uma pequena porcentagem de nossa renda ao Senhor, assemelhamo-nos àqueles que deram uma pequena parte do que sobrava. Mas, nessa história, Jesus destacou a doação generosa e sacrifical. Como cristãos, devemos considerar como podemos aumentar além da mera conveniência o que ofertamos em dinheiro, tempo e talento.

Em 1 Co 9. 7 descobrimos que nossa atitude é mais importante do que a quantia que doamos. Não temos que nos envergonhar se podermos dar apenas uma pequena contribuição. Deus está interessado na maneira como ofertamos, a partir do recurso que temos. As igrejas macedônias foram tão generosas que excederam este padrão, durante a terceira viagem missionária de Paulo, ele recolheu uma oferta para os crentes necessitados de Jerusalém. As igrejas da Macedônia - Filipos, Tessalônica e Beréia – contribuíram, embora fossem pobres, e com sacrifício doaram mais do que Paulo esperava. Embora não tivessem condições queriam ajudar. A quantia não é tão importante quanto o motivo pelo qual ofertamos e o modo como o fazemos. Deus não quer que ofertemos com má vontade. Antes, Ele quer que façamos como estas igrejas – por dedicação a Cristo, amor aos companheiros crentes, pela alegria de ajudar aqueles que necessitam, como também pelo fato de  ser simplesmente o melhor e o mais correto a fazer.


Conclusão: A verdadeira prosperidade fundamenta-se, antes de tudo, na providência de Deus. Pois Ele capacita-nos a obter a necessária provisão para a nossa vida. A prosperidade bíblica faz do cristão um autêntico despenseiro dos negócios de Deus. E, como tal, estimula-o a usar de forma adequada aquilo que lhe foi confiado. Há uma ação de Deus em abençoar-nos e uma resposta de nossa parte em reconhecer corretamente os benefícios divinos. Que em tudo o Senhor seja glorificado!


Bibliografia: Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD), Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (CPAD), Lições Bíblicas da Escola Dominical (CPAD) e  Comentário Bíblico de Matthew Henry